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	<title>Thaís Bueno, Autor em Javali</title>
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	<description>Marketing que transforma negócios</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Nov 2024 20:12:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Thaís Bueno, Autor em Javali</title>
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		<title>Fusões no mercado jurídico: estratégias e desafios</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/fusoes-no-mercado-juridico-estrategias-e-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juridcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mercado jurídico cada vez mais complexo e competitivo, uma fusão ou aquisição entre duas bancas pode ser tanto um movimento altamente estratégico, quanto um passo em falso. Afinal, como escolher o caminho da prosperidade em uma eventual junção entre duas firmas? Para falar sobre o tema, o Juridcast dessa semana recebe Pedro Militão, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mercado jurídico cada vez mais complexo e competitivo, uma fusão ou aquisição entre duas bancas pode ser tanto um movimento altamente estratégico, quanto um passo em falso.</p>
<p>Afinal, como escolher o caminho da prosperidade em uma eventual junção entre duas firmas?</p>
<p>Para falar sobre o tema, o Juridcast dessa semana recebe Pedro Militão, CFO do Madrona Fialho Advogados.</p>
<p>O post <a href="https://agenciajavali.com.br/fusoes-no-mercado-juridico-estrategias-e-desafios/">Fusões no mercado jurídico: estratégias e desafios</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciajavali.com.br">Javali</a>.</p>
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		<title>Inteligência artificial: uma revolução nos escritórios de advocacia?</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/inteligencia-artificial-uma-revolucao-nos-escritorios-de-advocacia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 13:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juridcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal tema das discussões dos últimos tempos, a utilização de Inteligência Artificial (IA) no Direito suscita visões otimistas, ponderadas e até pessimistas. Independente da ótica adotada, é fato que a sua presença não pode ser negligenciada. Para falar sobre as diferentes perspectivas que a IA traz para o Direito, o Juridcast recebe Paulo Silvestre, consultor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Principal tema das discussões dos últimos tempos, a utilização de Inteligência Artificial (IA) no Direito suscita visões otimistas, ponderadas e até pessimistas. Independente da ótica adotada, é fato que a sua presença não pode ser negligenciada.</p>
<p>Para falar sobre as diferentes perspectivas que a IA traz para o Direito, o Juridcast recebe Paulo Silvestre, consultor de Inovação e Desenvolvimento no Machado Meyer Advogados e fundador da consultoria IT Legal Experts.</p>
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		<title>Comunicação eficiente entre escritórios e o jurídico das empresas</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/176-comunicacao-eficiente-entre-escritorios-e-o-juridico-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 12:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juridcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como aumentar a sinergia entre o jurídico das empresas e os escritórios de advocacia? Entender a dinâmica das entregas diárias dos escritórios e garantir uma compreensão efetiva nos departamentos jurídicos é essencial para uma colaboração bem-sucedida. O novo episódio do Juridcast recebe Danielle Serafino, sócia do Opice Blum, Bruno Advogados Associados, que aborda estratégias práticas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como aumentar a sinergia entre o jurídico das empresas e os escritórios de advocacia?</p>
<p>Entender a dinâmica das entregas diárias dos escritórios e garantir uma compreensão efetiva nos departamentos jurídicos é essencial para uma colaboração bem-sucedida.</p>
<p>O novo episódio do Juridcast recebe <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/danielle-serafino/">Danielle Serafino</a></strong>, sócia do <strong><a href="https://opiceblum.com.br/">Opice Blum, Bruno Advogados Associados</a></strong>, que aborda estratégias práticas e traz insights valiosos para melhorar o entendimento mútuo entre as bancas e os departamentos jurídicos para promover uma comunicação eficaz e transparente.</p>
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		<title>Insights do RD Summit 2023</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/insights-do-rd-summit-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 15:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juridcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 10ª edição do RD Summit, principal evento de marketing, vendas e inovação da América Latina, reuniu mais de 15 mil pessoas em evento que abordou temas como Customer Experience e Customer Sucsess, diversidade e inclusão, gestão e estratégia, além das principais novidades de marketing e vendas. No episódio desta semana, Leandro Ramos, cofundador da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 10ª edição do RD Summit, principal evento de marketing, vendas e inovação da América Latina, reuniu mais de 15 mil pessoas em evento que abordou temas como Customer Experience e Customer Sucsess, diversidade e inclusão, gestão e estratégia, além das principais novidades de marketing e vendas.</p>
<p>No episódio desta semana, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/leandrohramos/">Leandro Ramos</a></strong>, cofundador da <strong><a href="https://agenciajavali.com.br/">Agência Javali</a></strong> e host do Juridcast, traz os principais insights do evento.</p>
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		<title>O que os escritórios de advocacia buscaram em 2022</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/o-que-os-escritorios-de-advocacia-buscaram-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 12:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os escritórios de advocacia, e o mercado como um todo, têm se aprofundado cada vez mais em discussões que permeiam o universo jurídico para além das questões técnicas. Isso ocorre, por exemplo, em função da evolução tecnológica – a título do massivo interesse das bancas pelo Metaverso –, como pelo desejo de fazer entregas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os escritórios de advocacia, e o mercado como um todo, têm se aprofundado cada vez mais em discussões que permeiam o universo jurídico para além das questões técnicas. Isso ocorre, por exemplo, em função da evolução tecnológica – a título do massivo interesse das bancas pelo Metaverso –, como pelo desejo de fazer entregas de alto valor agregado para os clientes ao propor soluções para o negócio, e não apenas respaldo legal às questões que são trazidas aos profissionais da área.</p>
<p>Todo esse processo tem sido possibilitado, também, pelo amadurecimento dos escritórios e o recém-adquirido entendimento de que é possível fazer mais e ir além do modelo tradicional da advocacia. Prova disso é que tem sido cada vez mais recorrente o uso de Inteligência Artificial (IA) em tarefas de rotina dentro das sociedades, o emprego de ferramentas de design para tornar o Direito mais simples e acessível, além da elaboração de estratégias de marketing, de modo geral, mais robustas e complexas.</p>
<p>Mas, afinal, na prática, como isso se traduz? Confira abaixo a lista com os cinco temas que geraram mais interesse aos escritórios de advocacia em 2022 e entenda o papel de cada um deles nesse processo de mudança.</p>
<h3>5 – Visual Law e a sua importância para os escritórios de advocacia</h3>
<p>Dentro do universo do Legal Design, o Visual Law surgiu e continua ganhando força no mercado jurídico porque a comunicação visual tem sido fundamental para escritórios de advocacia e para os departamentos jurídicos, tanto do ponto vista de uma mudança de paradigma no Direito como, e principalmente, uma ferramenta para tornar as matérias mais acessíveis e, consequentemente, aprimorar as entregas.</p>
<p>Para saber mais sobre o tema e descobrir como implementar e em quais peças é possível aplicar o Visual Law, acesse o <a href="https://agenciajavali.com.br/visual-law-e-a-sua-importancia-para-escritorios-de-advocacia/">artigo na íntegra</a>.</p>
<h3>4 – O mercado de legaltechs no Brasil</h3>
<p>Com o processo de transformação vivenciado pelos escritórios de advocacia, é natural esperar um aumento expressivo na quantidade de legaltechs presentes no Brasil para apoiar o trabalho desenvolvido pelas bancas jurídicas.</p>
<p>As legaltechs, que podem ser compreendidas como startups que atuam com a junção entre o Direito e a tecnologia, podem auxiliar os escritórios a modernizar e trazer inovações para a sua atuação. Para se ter ideia, softwares de gestão processual são utilizados pela maior parte (77%) dos escritórios brasileiros e 53% utilizam softwares de gestão financeira.</p>
<p>Confira o <a href="https://agenciajavali.com.br/o-mercado-de-legaltechs-no-brasil/#:~:text=O%20Brasil%20%C3%A9%20um%20ambiente,casos%20pendentes%20no%20ano%20passado.">artigo completo</a> e veja outros dados.</p>
<h3>3 – O Legal Operations como parceiro da Gestão Jurídica</h3>
<p>A área de Legal Operations, que é popularmente conhecida como ‘Legal Ops’, traduzida como operações legais, tem ganhado destaque nos departamentos jurídicos, com ampliação para escritórios e também para as legaltechs.</p>
<p>Isso porque a atuação está ligada à área administrativa, pela aplicabilidade de gestão especializada, com o objetivo de também fornecer suporte aos serviços jurídicos, com a otimização de fluxos.</p>
<p>Allana Martins Vasconcelos Valsechi, gerente de Legal Ops na EHTS, falou sobre o assunto em <a href="https://agenciajavali.com.br/o-legal-operations-como-parceiro-da-gestao-juridica-2/">artigo exclusivo</a>.</p>
<h3>2 – A advocacia no Metaverso</h3>
<p>Embora esteja em ascensão no mercado jurídico e muitas bancas jurídicas já tenham desenvolvido seus escritórios virtuais, o Metaverso ainda é um tema que gera muitas dúvidas. É possível entendê-lo, basicamente, como um universo que contará com IA e fará a integração entre os ambientes virtual e real a partir de diversas outras tecnologias, como realidade virtual, realidade aumentada, blockchain, entre outros.</p>
<p>Leia o <a href="https://agenciajavali.com.br/a-advocacia-no-metaverso/">artigo na íntegra</a> e entenda mais sobre o conceito e veja os principais impactos para o mercado jurídico.</p>
<h3>1 – O que os departamentos jurídicos esperam dos escritórios?</h3>
<p>“É fato que as empresas precisam de suporte dos escritórios de advocacia, mesmo aquelas que possuem departamento jurídico interno (&#8230;) Ocorre que as empresas não estão apenas interessadas em ouvir uma opinião técnica, busca-se no escritório de advocacia um parceiro (&#8230;)”.</p>
<p>O <a href="https://agenciajavali.com.br/o-que-os-departamentos-juridicos-esperam-dos-escritorios/#:~:text=O%20escrit%C3%B3rio%20como%20parte%20da%20equipe&amp;text=O%20advogado%20interno%20dever%C3%A1%20conhecer,da%20empresa%20e%20suas%20necessidades.">artigo exclusivo</a> de Gianfranco Cinelli, diretor jurídico e regulatório da Hidrovias do Brasil, o que é, afinal, que os departamentos jurídicos esperam das bancas.</p>
<h3>Bônus: Videocasts na advocacia</h3>
<p>Em resumo, os videocasts são programas de podcasts filmados e transmitidos ao público e embora à primeira vista possa não parecer, existem diferenças significativas em relação aos podcasts que vão além das imagens.</p>
<p>Para saber mais sobre o videocast e entender como esse novo formato de conteúdo pode ser um diferencial à comunicação de sua banca, acesse o <a href="https://agenciajavali.com.br/videocast-entenda-como-o-novo-formato-de-conteudo-pode-ser-um-diferencial-a-comunicacao-de-sua-banca/#:~:text=Videocast%3A%20entenda%20como%20o%20novo,%C3%A0%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20de%20sua%20banca&amp;text=Em%202022%2C%20o%20Brasil%20se,segundo%20dados%20levantados%20pela%20Statista.">artigo completo</a>.</p>
<h2>Tendências para 2023</h2>
<p>Se neste ano os escritórios de advocacia estão buscando por pautas que englobam tecnologia, otimização do trabalho jurídico e inovações para atender melhor os clientes, a expectativa é que em 2023 esse cenário seja ainda mais explorado.</p>
<p>Por isso, com o objetivo de mapear e fornecer a todos os profissionais do Direito um panorama do que podemos esperar no próximo ano, a Agência Javali desenvolveu o guia Tendências do mercado jurídico para 2023.</p>
<p>A publicação contou com a participação de 18 especialistas, que apontaram 15 tendências em sete macro áreas: marketing, gestão, Business Development, recursos humanos, departamentos jurídicos, inovação e ESG.</p>
<p>Baixe o guia gratuitamente <a href="https://conteudo.agenciajavali.com.br/guia-tendencias-do-mercado-juridico-para-2023">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diversidade no marketing avança, mas ainda é lenta</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/diversidade-no-marketing-avanca-mas-ainda-e-lenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 12:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presença de profissionais diversos contribui para comunicação mais inclusiva De acordo com o relatório anual da Associação Nacional dos Anunciantes (ANA), dos Estados Unidos, em parceria com a Alliance for Inclusive and Multicultural Marketing (AIMM), as organizações americanas têm tido mais resultados ao ampliar a diversidade em suas equipes de marketing. Este progresso, no entanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presença de profissionais diversos contribui para comunicação mais inclusiva</em></p>
<p>De acordo com o relatório anual da Associação Nacional dos Anunciantes (ANA), dos Estados Unidos, em parceria com a Alliance for Inclusive and Multicultural Marketing (AIMM), as organizações americanas têm tido mais resultados ao ampliar a diversidade em suas equipes de marketing. Este progresso, no entanto, tem ocorrido de forma muito lenta.</p>
<p>Segundo o relatório, 29,1% dos profissionais de marketing das empresas são diversos – crescimento de 3,1% em relação a 2018. As posições de Chief Marketing Officer (CMO), no entanto, são compostas, em maioria, por pessoas brancas. Nessa categoria, a diversidade é de apenas 14,6%.</p>
<p>Quando se trata de etnias, colaboradores negros representam 7,2% da força de trabalho da indústria, percentual abaixo da representatividade da população preta nos EUA, que corresponde a 12,1% do total. Em relação às questões de gênero, mulheres representam 68,3% da força de trabalho no marketing e funcionários não-binários somente 0,1%.</p>
<p>O relatório foi desenvolvido com base em respostas concedidas por mais de 32 ml pessoas a respeito de identidade de gênero e de 29 mil pessoas a respeito de etnias.</p>
<p>A presença de profissionais diversos na área de marketing também pode refletir na comunicação das empresas. O estudo “DE&amp;I em Marketing: Um Relatório Global da Shutterstock”, de 2021, revela as opiniões e ações de 2.700 profissionais de marketing do Brasil, Austrália, França, Itália, Alemanha, Coréia do Sul, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos sobre o uso de conteúdo de diversidade em peças e campanhas e como os recentes eventos globais afetaram suas decisões.</p>
<p>Globalmente, quase dois terços dos entrevistados (63%) afirmam que movimentos como ‘Black Lives Matter’ impactaram significativamente as decisões de conteúdo nos últimos 12 meses. O Brasil teve o maior índice: 71% dos profissionais sentiram esse impacto, e 69% estão atentos para refutar o colorismo ao selecionar conteúdos.</p>
<p>Mais de um terço (34%) dos profissionais de marketing acreditam que representar o mundo em que vivemos é o objetivo mais importante para o conteúdo usado no marketing. Para os brasileiros, esse número é ainda maior: 43% – um crescimento significativo em comparação a 2019, quando este percentual era de 39%.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instagram anuncia serviço de assinaturas e agendamento de posts</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/instagram-anuncia-servico-de-assinaturas-e-agendamento-de-posts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recursos devem ser disponibilizados em breve O Instagram anunciou seu serviço de assinaturas. Agora, criadores que tenham mais de 10 mil seguidores poderão cobrar uma taxa mensal para oferecer conteúdo exclusivo aos membros pagantes. Entre as opções estão o acesso a transmissões ao vivo, posts e stories. Com relação aos valores, a taxa ficará entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Recursos devem ser disponibilizados em breve</em></p>
<p>O Instagram anunciou seu serviço de assinaturas. Agora, criadores que tenham mais de 10 mil seguidores poderão cobrar uma taxa mensal para oferecer conteúdo exclusivo aos membros pagantes. Entre as opções estão o acesso a transmissões ao vivo, posts e stories.</p>
<p>Com relação aos valores, a taxa ficará entre US$ 0,99 e US$ 99,99 e a rede social informou que não ficará com parte da receita dos assinantes inicialmente, mas reforçou que qualquer valor está sujeito aos 30% do Google e da Apple, referente a tarifas para compras no aplicativo.</p>
<p>O serviço de assinaturas havia sido lançado pela primeira vez, ainda em fase de testes, em janeiro de 2022 para usuários selecionados nos Estados Unidos. A partir de agora, todos os criadores qualificados dos EUA poderão utilizar o serviço, que chegará em breve em outros países.</p>
<p>Outra novidade na rede é a possibilidade de agendar publicações diretamente no aplicativo do Instagram, sem a necessidade de recorrer às ferramentas da Meta ou de terceiros.</p>
<p>De acordo com a própria rede social, em breve será possível fazer o agendamento de fotos, carrosséis e Reels com até 75 dias de antecedência. O novo recurso será lançamento globalmente nas próximas semanas.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp lança recurso Comunidades</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/whatsapp-lanca-recurso-comunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidade estará disponível no Brasil a partir de janeiro de 2023 Em fase de testes desde o início do ano, o recurso de Comunidades no WhatsApp foi lançado globalmente na última semana. No Brasil, contudo, seguindo uma recomendação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a novidade só estará disponível a partir de janeiro de 2023. As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidade estará disponível no Brasil a partir de janeiro de 2023</em></p>
<p>Em fase de testes desde o início do ano, o recurso de Comunidades no WhatsApp foi lançado globalmente na última semana. No Brasil, contudo, seguindo uma recomendação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a novidade só estará disponível a partir de janeiro de 2023.</p>
<p>As Comunidades trarão novas possibilidades para a comunicação e a organização de empresas, como controles administrativos, chamadas de voz e vídeo para 32 pessoas, suporte para subgrupos e grupos de anúncios, compartilhamento de arquivos maiores, enquetes e muito mais para grupos com até 1.024 usuários.</p>
<p>A estrutura se dará por meio de um grupo de anúncios principal, que alertará a todos os subgrupos sobre as mensagens mais importantes. Os membros só poderão conversar em pequenos subgrupos aprovados pelo administrador.</p>
<p>Além disso, para aumentar a capacidade de alcance, poderão ser incluídas pessoas de círculos de contato para além dos seus e os números de telefone ficarão ocultos para a comunidade, sendo visíveis somente para os administradores. Vale ressaltar que as Comunidades ficarão ocultas e para participar de uma será preciso receber um convite.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O uso da inteligência artificial para acompanhar dados governamentais </title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/o-uso-da-inteligencia-artificial-para-acompanhar-dados-governamentais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juridcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciajavali.com.br/?p=7140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Acompanhar decisões governamentais que podem impactar diretamente o seu negócio é fundamental  para identificar oportunidades e minimizar riscos. O monitoramento, no entanto, não é uma tarefa simples, sobretudo ao considerar a complexidade da legislação brasileira. Para falar sobre como a IA pode facilitar o acompanhamento legislativo, o Juridcast recebe Raphael Caldas, fundador e CEO da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhar decisões governamentais que podem impactar diretamente o seu negócio é fundamental  para identificar oportunidades e minimizar riscos. O monitoramento, no entanto, não é uma tarefa simples, sobretudo ao considerar a complexidade da legislação brasileira. Para falar sobre como a IA pode facilitar o acompanhamento legislativo, o Juridcast recebe Raphael Caldas, fundador e CEO da Inteligov, startup de inteligência de dados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prática da linguagem inclusiva fomenta representatividade</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/pratica-da-linguagem-inclusiva-fomenta-representatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A língua é um organismo vivo e em constante evolução. Enquanto fenômeno comunicativo, a linguagem traz consigo a bagagem de um contexto histórico e a consolidação de um instrumento de transformação social e manifestação cultural. Nesse sentido, por ser mutável e adaptável às novas realidades, a linguagem reflete, portanto, quem somos enquanto sociedade e, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A língua é um organismo vivo e em constante evolução. Enquanto fenômeno comunicativo, a linguagem traz consigo a bagagem de um contexto histórico e a consolidação de um instrumento de transformação social e manifestação cultural. Nesse sentido, por ser mutável e adaptável às novas realidades, a linguagem reflete, portanto, quem somos enquanto sociedade e, por isso, abarca, também, os discursos e comportamentos preconceituosos que, consciente ou inconscientemente, reproduzimos.</p>
<p>É por essa razão, na tentativa de refrear esse movimento, que cada vez mais termos como linguagem inclusiva ganham força, justamente pelo fato de que mudar a forma como falamos e escrevemos pode mudar também o nosso entendimento e, consequentemente, a maneira como nos comunicamos para incluir todas as pessoas.</p>
<p>Isso porque a linguagem inclusiva – ou não sexista, como também é conhecida – busca promover uma <a href="https://agenciajavali.com.br/como-construir-uma-comunicacao-inclusiva/">comunicação que não exclua ou inviabilize</a> determinado grupo, sem modificar o idioma, de modo a trazer representatividade em um aspecto mais amplo.</p>
<h2>As barreiras do idioma</h2>
<p>A falta de representatividade fica evidente nas marcações de gênero, que naturalizam o masculino como neutro – o chamado masculino genérico – e inviabilizam o feminino; dificuldade imposta pelo próprio idioma. O português, assim como outros idiomas provenientes do latim, tem marcadores de gênero bem definidos, com a existência de palavras femininas e masculinas. Contudo, para falar ou escrever, de modo genérico ou no plural, o gênero masculino é usado para representar o todo.</p>
<p>Pela norma, ao se dirigir a um grupo composto por pessoas do gênero feminino e masculino, o correto é usar “todos” ou “eles” para referenciar o coletivo – ainda que a maior parte do grupo seja composta pelo gênero feminino. A regra para o uso do masculino genérico foi criada na década de 1960 pelo linguista Joaquim Mattoso Câmara e vem sendo utilizada desde então.</p>
<p>Em outros países, como Turquia e Finlândia, a língua foi desenvolvida sem flexão de gênero. Já o inglês, embora não seja completamente neutro, não possui marcadores de gênero. Seus substantivos, artigos e pronomes, de modo geral, representam a todos com palavras únicas, sendo apenas os pronomes pessoais regidos pelo gênero, como ocorre com he/she (ele/ela).</p>
<p>No caso do português, com o emprego do masculino genérico, a utilização da linguagem neutra tem sido defendida porque apesar da língua em si não ser sexista, a realidade é e acaba tendo suas estruturas patriarcais – que privilegiam o homem em detrimento à mulher – reforçadas na maneira como nos comunicamos. Genéricos femininos, por exemplo, são utilizados, em geral, para retratar o subestimado ou o pejorativo.</p>
<p>Exemplo disso pode ser observado na aplicação generalizada da palavra ‘médico’ quando o objetivo é retratar a classe médica e ‘empregada’ para falar de trabalho doméstico – ocupação que não possui o mesmo apreço social em relação à medicina.</p>
<p>Essa diferenciação acaba reforçando estereótipos e concedendo supostas posições de poder ao gênero masculino frente ao feminino. Prova disso é que tendemos a limitar instituições e organizações, por exemplo, a homens: os senadores, os sócios, os diretores etc.</p>
<p>No livro Manual Prático de Linguagem Inclusiva, de André Fischer, o autor aborda essa questão e afirma que “isso fica explícito quando o mesmo vocábulo tem seu sentido totalmente diferente quando é feito a troca de gênero.”</p>
<p>Como exemplo, Fischer cita a palavra ‘governante’, que é quem dirige um estado ou país, versus governanta, que é aquela que coordena trabalhos domésticos na casa de outra pessoa. Da mesma maneira que “chama-se de touro um homem forte e vaca é usado para depreciar uma mulher.”</p>
<h2>Alternativas ao masculino genérico</h2>
<p>Mais do que combater a intolerância de gênero e acusar o machismo, o uso de linguagem inclusiva colabora para o respeito à diversidade e fomenta reflexões acerca da disparidade de gênero para além da linguagem. Isso porque o masculino genérico tem forte influência sobre a maneira como as pessoas pensam.</p>
<p>O estudo Cognitive Effects of Masculine Generics in German: An Overview of Empirical Findings (Efeitos Cognitivos de Masculinos Genéricos em alemão: uma visão geral dos resultados empíricos – em tradução livre) revela, a partir de uma série de experimentos realizados entre falantes nativos de alemão (idioma com marcadores de gênero, assim como o português), que a inclusão de mulheres é maior com alternativas não sexistas.</p>
<p>Por exemplo, ao questionar as pessoas sobre “quem é o seu músico favorito” ou “quais os atletas que mais admira” – masculinos genéricos – a maior parte dos participantes do experimento respondeu homens. Quando a mesma pergunta foi feita com linguagem inclusiva – “Qual seu artista musical favorito ou favorita” – mais mulheres foram mencionadas.</p>
<p>Dessa forma, o uso da linguagem inclusiva pode ser considerado um caminho para minimizar falas machistas e mudar pensamentos e comportamentos. Em sua obra, ao questionar o masculino genérico, Fischer faz a seguinte provocação: ao usar ‘Chamo a atenção de todas’ em um ambiente com homens e mulheres, muitos homens provavelmente se sentirão desconfortáveis e mulheres podem se sentir surpresas. “Por terem sido sempre inviabilizadas, muitas delas nem percebem que não estão sendo incluídas nos masculinos genéricos”, afirma.</p>
<p>Para mudar esse cenário, existem soluções como dar preferência a palavras que representem a coletividade, usar substantivos para priorizar instituições em vez de indivíduos, entre outros.</p>
<p>Segundo Fischer, algumas dicas para praticar a linguagem inclusiva são:</p>
<h3>Homem não é palavra universal</h3>
<p>Não use o termo ‘homem’ para se referir a homens e mulheres.</p>
<ul>
<li>A chegada do homem à lua = A chegada da humanidade à lua</li>
<li>É benéfico para o homem = É benéfico para a sociedade</li>
</ul>
<h3>Mais você e menos eles</h3>
<p>Utilizar ‘você’ ajuda a evitar o masculino genérico, assim como substituir o pronome masculino genérico por ‘quem’ e/ou ‘alguém’ ou apenas suprimi-lo.</p>
<ul>
<li>O requerente pode escolher como se identificar = Você pode escolher como se identificar</li>
<li>Recomendo para aqueles que têm problemas respiratórios = Recomendo para quem tem problemas respiratórios</li>
<li>Vou enviar para eles resolverem = Vou enviar para resolverem</li>
</ul>
<h3>Todas e todos</h3>
<p>Usar o masculino e o feminino pode tornar uma frase mais longa, contudo torna o discurso mais inclusivo. É possível ainda priorizar o genérico feminino, trazendo-o à frente do masculino para ressaltar a inclusão.</p>
<ul>
<li>Os advogados estão aguardando o início da reunião = Os advogados e as advogadas estão aguardando o início da reunião</li>
<li>Os alunos precisam estudar = Alunas e alunos precisam estudar</li>
</ul>
<h3>Aposte em pessoas</h3>
<p>‘Pessoas’ é uma palavra que pode ser usada independente do gênero, o que faz com que a linguagem seja absolutamente inclusiva.</p>
<ul>
<li>Os interessados devem enviar o currículo = Pessoas interessadas devem enviar o currículo</li>
<li>Buscamos candidatos com ensino superior = Buscamos pessoas com ensino superior</li>
</ul>
<h3>Foco nas instituições</h3>
<p>É importante escolher palavras que definam o conjunto ao se referir às instituições/organizações e não às pessoas que fazem parte delas com o uso de masculinos genéricos. Essa mudança muda o entendimento de que não estamos falando de um grupo onde há apenas homens.</p>
<ul>
<li>Os políticos = a classe política</li>
<li>Os índios = a população indígena</li>
<li>Os legisladores = a atual legislação</li>
<li>Os juízes = o poder judiciário</li>
<li>Os professores = o corpo docente</li>
<li>Os eleitores = o eleitorado</li>
<li>Os jovens = a juventude</li>
<li>Os diretores = a diretoria</li>
<li>Os líderes = as lideranças</li>
<li>Os deputados = a Câmara</li>
</ul>
<h3>Comuns aos gêneros</h3>
<p>Deixar de usar artigos definidos no masculino para palavras que servem aos dois gêneros, como as que possuem o sufixo ‘ista’, é uma das maneiras mais simples de praticar a linguagem inclusiva.</p>
<ul>
<li>Os dentistas atendem aos sábados = Dentistas atendem aos sábados</li>
<li>O carioca gosta de praia = Cariocas gostam de praia</li>
<li>Os representantes de cada estado = Representantes de cada estado</li>
</ul>
<h2>Para além do gênero</h2>
<p>É importante destacar que a linguagem inclusiva requer prática e, principalmente, empatia. Para ser absolutamente inclusivo, no entanto, é preciso se atentar a expressões que, costumeiramente, estão presentes no dia a dia, mas que são extremamente ofensivas a algumas pessoas.</p>
<p>Confira abaixo alguns dos termos que devem ser eliminados do vocabulário:</p>
<h3>Pessoas negras e colorismo</h3>
<p>Existe uma enorme quantidade de palavras que possuem conotações racistas e que não devem ser usadas. As mais comuns tendem a usar o ‘negro’ ou ‘preto’ para exemplificar algo negativo.</p>
<ul>
<li>Mercado negro = mercado ilegal</li>
<li>Lista negra = lista proibida</li>
<li>Humor negro = humor ácido</li>
</ul>
<p>Da mesma forma, por outro lado, há uma tendência a usar o ‘branco’ ou ‘claro’ para ilustrar o que é ou pode ser positivo, como ocorre com ‘inveja branca’, quando o correto é apenas ‘inveja’.</p>
<p>É fundamental, ainda, se atentar ao colorismo, ou seja, a criação de &#8216;tonalidades de pele&#8217; para criar diferenciação entre pessoas negras na tentativa torná-las ‘menos negras’ e mais semelhantes às brancas. Não use, portanto, a palavra ‘morena’. Diga negra, preta.</p>
<p>Já na linguagem mais coloquial, é premente a extinção de termos como ‘nego’ ou ‘neguinho’ para se referir às pessoas, em geral, de maneira depreciativa:</p>
<ul>
<li>Neguinho não está nem aí = Tem pessoas que não estão nem aí</li>
</ul>
<h3>Gordofobia</h3>
<p>Assim como o machismo e o racismo, a gordofobia é um problema estrutural na sociedade. A gordofobia se caracteriza pela aversão e preconceito contra pessoas gordas. Muitas vezes, o preconceito vem disfarçado de cuidado quando, sem conhecer o histórico médico de pessoas gordas, automaticamente assumimos que elas possuem problemas de saúde ou podem vir a adquiri-los se não mudarem seus hábitos alimentares. Ou, ainda, quando há a pressuposição de que as pessoas só são gordas porque comem muito ou de maneira errada, a exemplo do fast food.</p>
<p>O preconceito fica evidente quando a mesma ‘preocupação’ não se a aplica a pessoas magras – que podem, muitas vezes, sofrer, inclusive, com distúrbios alimentares. Essa diferenciação entre os corpos coloca o magro no campo do normal, enquanto o gordo se revela como uma anomalia.</p>
<p>No dia a dia, é importante se atentar ao uso de alguns termos:</p>
<ul>
<li>Acima do peso ideal. É equivocado o conceito de ‘peso ideal’.</li>
<li>Gordice. Comumente associado ao ato de comer algo diferente, como uma pizza, por exemplo, o termo ‘gordice’ reforça a ideia de que alguns alimentos estão relacionados somente às pessoas gordas.</li>
<li>Tão bonita(o) de rosto. Ignorar o corpo de uma pessoa gorda ao elogiar somente seu rosto é afirmar que há algo de errado com o corpo.</li>
</ul>
<p>Além disso, vale ressaltar que gordo/gorda não é xingamento, por isso não há necessidade de buscar atenuantes para a palavra. Não use diminutivos como ‘fofinha’, ‘gordinha’ e ‘cheinha’. É depreciativo.</p>
<h3>Capacitismo</h3>
<p>O capacitismo é a discriminação contra pessoas com deficiência, que vem da ideia de que pessoas com deficiência são inferiores ou incapazes em comparação a pessoas que não possuem deficiência. Novamente, trata-se da tentativa de estabelecer um ‘normal’ para desprezar o que foge à ‘regra’.</p>
<p>De acordo com Fischer, o capacitismo se manifesta de forma aberta com uso de palavras discriminatórias ou velada e inconsciente ao reforçar estereótipos. “A começar pelo termo ‘deficiente’ que coloca a condição acima da pessoa. O mais recomendado é ‘Pessoa com Deficiência’ ou a sigla PcD”, explica.</p>
<p>Em sua obra, o autor traz alguns termos que devem ser evitados e que podem ser substituídos:</p>
<ul>
<li>Portador de deficiência = Pessoa com deficiência</li>
<li>Entrada para deficientes = Entrada para pessoas com deficiência</li>
<li>Criança excepcional= Criança com deficiência intelectual</li>
<li>Meu filho é especial = Meu filho tem deficiência</li>
<li>Ele sofre de surdez = Ele é surdo. A surdez não é um sofrimento</li>
<li>Problema de visão = Ter deficiência visual</li>
<li>Anão = Pessoa com nanismo</li>
</ul>
<p>Fischer também desfaz uma confusão que é muito comum: a sigla PNE (Pessoas com Necessidades Especiais) inclui idosos, pessoas com distúrbios psicológicos e outras condições permanentes ou temporárias, como gravidez. Por isso nem toda PNE é PcD e nem toda PcD é PNE.</p>
<h2>Diferenças entre linguagem inclusiva e linguagem neutra</h2>
<p>É muito comum que as pessoas usem o termo linguagem inclusiva quando, na verdade, estão se referindo à linguagem neutra. Embora ambas existam para quebrar o ciclo de exclusão, os conceitos são diferentes. Enquanto a linguagem inclusiva busca uma forma de comunicação que não exclua nenhuma pessoa sem modificar o idioma, a linguagem neutra, ou não binária, investe na utilização de recursos linguísticos alternativos à norma culta padrão para reconhecer privilégios simbólicos que moldam a nossa comunicação.</p>
<p>Isso significa que a linguagem neutra propõe a alteração do idioma para abarcar um terceiro gênero, que não é feminino nem masculino, e surge para incluir pessoas não-binárias (aquelas que não se identificam nem como homem nem como mulher, mas sim entre ou além dos gêneros), por exemplo, ao passo que também suscita discussões sobre gênero que estão muito além da linguagem.</p>
<p>É na construção da linguagem neutra, portanto, que a letra ‘e’ ganhou espaço para representar o neutro. Daí o uso de ‘todes’, em substituição ao ‘a’ e ‘o’, para evitar a binaridade e incluir todas as pessoas.</p>
<p>Além da letra ‘e’, em 2015, o pronome ‘ile’ foi criado pela psicóloga Andrea Zanella e pela CEO da Diversity BBOX, Pri Bertucci, no Manifesto Para uma Comunicação Radicalmente Inclusiva. O pronome ‘ile’ tem como finalidade substituir os pronomes dele/dela ou aquile (aquele/aquela).</p>
<p>Vale lembrar que antes do uso da letra ‘e’ houve um primeiro movimento de modificar o idioma para incluir todas as pessoas a partir do uso da letra X e do caractere @: ‘todxs’ ou ‘tod@s’. Acontece que X e @ acabam sendo mais exclusivos do que inclusivos. Isso porque além de não ser pronunciáveis, ainda podem atrapalhar a leitura de deficientes visuais, que usam softwares para ler textos, e pessoas com dislexia, por exemplo.</p>
<h2>Argumentos e legislação</h2>
<p>Um dos principais pontos levantados por quem se posiciona contra a linguagem inclusiva é que usar palavras para representar os dois gêneros, como ocorre com ‘Sejam bem-vindas e bem-vindos’ é que, além de redundante, a frase fica mais longa e não é necessária, uma vez que pela norma, o masculino genérico já inclui.</p>
<p>Da mesma maneira existem argumentos contrários à linguagem neutra, que recriminam o uso do ‘e’ ou ‘ile’ pois esses termos podem comprometer a comunicação e causar confusão às pessoas que não estão familiarizadas com eles – ou, ainda, que a modificação do idioma é desnecessária.</p>
<p>Em termos de legislação, de acordo com levantamento realizado pela Agência Diadorim, o uso de gênero neutro na Língua Portuguesa é tema de 34 Projetos de Lei (PL) em 19 estados brasileiros e todos visam o impedimento da variação na norma gramatical para além dos gêneros feminino e masculino.</p>
<p>Em defesa à linguagem inclusiva e neutra, existem linguistas, no entanto, que apontam a evolução da própria língua, como ocorreu com o pronome ‘você’ – palavra criada que deriva do pronome de tratamento ‘vós’ e que, informalmente, teve seu uso reduzido a ‘cê’ – para justificar as mudanças, reforçando a ideia de que a linguagem deve refletir a realidade e que estes são temas atuais.</p>
<p>Ainda, especialistas enxergam na linguagem inclusiva e neutra a possibilidade de levantar discussões acerca do machismo, bem como às questões de gênero, para mudar comportamentos nocivos da sociedade. E há quem afirme que a resistência ao uso da linguagem inclusiva e a oposição às alterações propostas pela linguagem neutra são, justamente, respostas que explicitam o preconceito e o desejo de manter as estruturas patriarcais já tão enraizadas.</p>
<p>Escute o episódio do <a href="https://agenciajavali.com.br/juridcast/">Juridcast</a>, podcast da Agência Javali: <a href="https://open.spotify.com/episode/101xN7JUR2koLZlROqOahu">Como praticar a linguagem inclusiva</a>, com a participação de André Fischer.</p>
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