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	<title>Arquivos No Radar | Javali</title>
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	<description>Marketing que transforma negócios</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 May 2024 13:46:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos No Radar | Javali</title>
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		<title>LinkedIn anuncia mudanças para os criadores de conteúdo</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/linkedin-anuncia-mudancas-para-os-criadores-de-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 14:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O head editorial do LinkedIn na América Latina e Espanha, Rafael Kato, anunciou uma série de modificações na estrutura da rede social, pensadas a partir do feedback dos usuários, que visam melhorar a usabilidade e a performance dos criadores de conteúdo da plataforma. Confira as novidades. Fim do modo criador Criado há dois anos, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O head editorial do LinkedIn na América Latina e Espanha, Rafael Kato, anunciou uma série de modificações na estrutura da rede social, pensadas a partir do feedback dos usuários, que visam melhorar a usabilidade e a performance dos criadores de conteúdo da plataforma.</p>
<p>Confira as novidades.</p>
<h2><strong>Fim do modo criador</strong></h2>
<p>Criado <a href="https://agenciajavali.com.br/novidades-do-linkedin-para-2023/">há dois anos</a>, o modo criador oferece uma série de recursos de mensuração de posts para os usuários mais engajados da plataforma, que precisavam &#8220;ativar&#8221; o modo para ter acesso às ferramentas.</p>
<p>Entendendo que não fazia sentido manter essa opção restrita a um público que já possui uma frequência de publicação, a empresa decidiu por descontinuar o modo e disponibilizar as suas ferramentas para todos os usuários.</p>
<h2><strong>Conectar x Seguir</strong></h2>
<p>A princípio, a ideia do LinkedIn era conectar pessoas que tivessem relações profissionais estabelecidas entre si. Por esse motivo, a plataforma tem um limite de 30 mil conexões por usuário.</p>
<p>Contudo, com a ascensão dos influencers e criadores de conteúdo, o botão de Seguir surgiu e, a partir de agora, se tornará a opção principal. A diferença entre os recursos é o fato de que o botão &#8220;Conectar&#8221; estabelece uma relação bidirecional, enquanto o botão &#8220;Seguir&#8221; representa uma interação de via única. Por esse motivo, não há limite para o número de seguidores.</p>
<h2><strong>Seção Sobre em destaque</strong></h2>
<p>Os usuários do LinkedIn estão acostumados a ter um breve espaço, perto do nome, para <a href="https://www.alura.com.br/artigos/como-fazer-um-perfil-de-alta-qualidade-no-linkedin-e-atrair-mais-trabalhos">realçar quaisquer aspectos que considerem relevantes</a>. Contudo, segundo Kato, esse espaço muitas vezes não consegue transmitir de maneira eficaz a trajetória profissional e os conteúdos criados e compartilhados pelo usuário.</p>
<p>Diante disso, haverá uma modificação no layout, proporcionando maior destaque à seção &#8220;Sobre&#8221;, onde o usuário dispõe de mais espaço para uma descrição mais abrangente.</p>
<p>Entretanto, vale ressaltar que o uso de palavras-chave e hashtags nas publicações continua sendo crucial para aumentar as chances de descoberta de conteúdo.</p>
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		<title>As marcas mais valiosas do mundo em 2024</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/as-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 14:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A consultoria internacional Brand Finance divulgou, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, a mais recente edição do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo. Considerando critérios como receita, reconhecimento, importância e reputação junto à sociedade, o já tradicional levantamento é utilizado por investidores, empresas e empresários no mundo todo para definir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consultoria internacional Brand Finance divulgou, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, a mais recente edição do ranking das <a href="https://brandfinance.com/insights/global-500-2024-report">500 marcas mais valiosas do mundo</a>.</p>
<p>Considerando critérios como receita, reconhecimento, importância e reputação junto à sociedade, o já tradicional levantamento é utilizado por investidores, empresas e empresários no mundo todo para definir suas estratégias para o próximo ano.</p>
<p>Confira os destaques.</p>
<h2><strong>O Top 10 segue dominado pela tecnologia</strong></h2>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8756 size-full" src="https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo.png" alt="" width="1920" height="1251" srcset="https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo.png 1920w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo-300x195.png 300w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo-1024x667.png 1024w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo-768x500.png 768w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo-1536x1001.png 1536w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Mundo-1366x890.png 1366w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Após ter <a href="https://agenciajavali.com.br/relatorio-revela-as-500-marcas-mais-valiosas-do-mundo/">perdido a liderança em 2023</a>, a Apple recuperou o título de marca mais valiosa do mundo depois de apresentar um crescimento de 74% no valor da marca.</p>
<p>Outras empresas que alcançaram novas posições foram a Microsoft, que saiu do quatro lugar para a segunda posição, com um crescimento de 78%; o TikTok, que apresentou uma evolução de 28% e deixou o 10º lugar para alcançar o 7º; e o Facebook, que, ao crescer 28%, entrou no Top 10 na 8ª posição.</p>
<p>A maior companhia de telecomunicações da União Europeia, Deutsche Telekom, também fez sua estreia no Top 10.</p>
<p>Em contrapartida, a Amazon, que ocupou o primeiro lugar no relatório de 2023, acabou caindo para a quarta posição após ter crescido apenas 3%. Outros resultados negativos foram para a Verizon (com +6%) e Tesla (com -12%), que acabaram deixando o Top 10.</p>
<h2><strong>As marcas mais valiosas do Brasil e da América Latina</strong></h2>
<p>Dentre as 500 marcas mais valiosas do mundo, apenas cinco são da América Latina, com três representantes brasileiros e dois mexicanos.</p>
<p>Apesar de ter perdido a liderança da disputa nacional para a Corona Extra, o Itaú segue sendo a marca mais valiosa do Brasil, mesmo com uma queda em seu crescimento. Demonstrando a força do setor bancário no nosso país, o Banco do Brasil e o Bradesco fecham a lista das marcas brasileiras mais valiosas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8757" src="https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM.png" alt="" width="1920" height="780" srcset="https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM.png 1920w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM-300x122.png 300w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM-1024x416.png 1024w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM-768x312.png 768w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM-1536x624.png 1536w, https://agenciajavali.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LATAM-1366x555.png 1366w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Segundo Eduardo Chaves, diretos da Brand Finance no Brasil, as empresas nacionais podem aumentar a sua participação no ranking. Para o executivo, “uma gestão analítica da marca alinhada com estratégias de expansão e maximização de receita interna, e principalmente externa ao Brasil, com certeza trarão mais marcas brasileiras para o índice Global 500 da Brand Finance”.</p>
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		<item>
		<title>Como construir conteúdos com acessibilidade digital</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/como-construir-conteudos-com-acessibilidade-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 19:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infelizmente, a acessibilidade digital ainda está muito aquém do necessário. Apesar de 24% da população brasileira possuir algum tipo de deficiência (IBGE), uma pesquisa da BigData Corp aponta que apenas 0,46% dos sites na internet podem ser considerados acessíveis. Contudo, devido a ascensão dos conceitos ESG e da preocupação do público com o posicionamento das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente, a acessibilidade digital ainda está muito aquém do necessário. Apesar de 24% da população brasileira possuir algum tipo de deficiência (IBGE), uma pesquisa da BigData Corp aponta que apenas<a href="https://itforum.com.br/noticias/sites-brasileiros-acessiveis-pessoas-com-deficiencia/"> 0,46% dos sites na internet podem ser considerados acessíveis</a>.</p>
<p>Contudo, devido a ascensão dos conceitos ESG e da preocupação do público com o posicionamento das marcas em questões sociais, é possível imaginar que essa situação terá uma evolução em breve. Isso porque a abordagem inclusiva não apenas permite que as empresas cumpram com a sua responsabilidade social, mas também ajuda na construção de uma marca forte.</p>
<h2><strong>O que é acessibilidade digital?</strong></h2>
<p>A acessibilidade digital consiste na construção de espaços e conteúdos online que sejam acessíveis a diversos grupos.</p>
<p>Assim, o World Wide Web Consortium (W3C) determina que, para serem acessíveis, os conteúdos devem considerar:</p>
<ul>
<li>A possibilidade de ser apresentado em formatos diferentes sem que nenhuma informação relevante se perca;</li>
<li>A facilidade de navegação e localização de informações;</li>
<li>O tempo de leitura ou consumo do conteúdo; e</li>
<li>A legibilidade dos textos.</li>
</ul>
<p>Para isso, é importante conhecer as práticas recomendadas e as ferramentas que podem auxiliar na construção de conteúdos digitais acessível.</p>
<h2><strong>Quais são as boas práticas?</strong></h2>
<p><strong>Conheça as tecnologias assistivas:</strong> pessoas com deficiência contam com o apoio da <a href="https://tix.life/tecnologia-assistiva/tecnologia-assistiva/">tecnologia</a> para navegar na internet. De softwares de leitura de tela a ferramentas de tradução do conteúdo para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), conhecer essas ferramentas é essencial para publicar conteúdos que facilitem a sua execução.</p>
<p><strong>Considere investir em recursos assistivos próprios:</strong> alguns sites oferecem a possibilidade de ouvir o conteúdo escrito; outros espaços fornecem a transcrição de áudios e vídeos. Ter como padrão a oferta desses recursos pode ser um grande diferencial de comunicação.</p>
<p><strong>Seja multiplataforma:</strong> apresentar um mesmo conteúdo em formato de e-book e de podcast, por exemplo, pode garantir que a informação será transmitida com qualidade a diferentes grupos – que poderão escolher o formato que preferem consumir.</p>
<p><strong>Sempre coloque descrição nas imagens:</strong> com esse recurso, tanto uma pessoa com dificuldade visual quanto alguém com problemas de conexão de internet, por exemplo, podem entender o conteúdo mesmo quando a imagem não for visível. Essa é uma prática recomendada para todos os espaços da internet, incluindo redes sociais.</p>
<p><strong>Inclua legendas e interpretações nos vídeos:</strong> as legendas e transcrições são indispensáveis para os vídeos. Contudo, é importante lembrar que o português <a href="https://agenciajavali.com.br/falta-de-acessibilidade-na-internet-afeta-cerca-de-10-milhoes-de-surdos-no-brasil/">não é a primeira língua de uma pessoa com deficiência auditiva</a>. Por esse motivo, uma janela de intérprete de Libras nos vídeos seria a iniciativa ideal para garantir a acessibilidade.</p>
<p><strong>Tenha cuidado com a diagramação dos textos:</strong> existem diferentes níveis de deficiências que podem dificultar o acesso à internet e o consumo de conteúdos digitais. Assim, por padrão, busque publicar textos que utilizem:</p>
<ul>
<li>Fonte sem serifa;</li>
<li>Alinhamento à esquerda;</li>
<li>Links com indicação clara (para os aplicativos de leitura de tela); e</li>
<li>Tópicos e subtópicos com títulos simples.</li>
</ul>
<p>A acessibilidade digital é uma jornada fundamental para inclusão, que enfrenta desafios consideráveis apesar do progresso.</p>
<p>Alcançar esse objetivo demanda um esforço coletivo e consciente da comunidade digital, incluindo escritórios de advocacia e outras entidades jurídicas. Esses têm ainda uma responsabilidade ampliada, pois o acesso às informações jurídicas contribui para a democratização.</p>
<p>Adotando as práticas recomendadas, as bancas podem colaborar no atendimento das necessidades específicas de diferentes grupos, garantir que a informação seja acessível a todos e promover uma internet <a href="https://agenciajavali.com.br/como-construir-uma-comunicacao-inclusiva/">mais inclusiva</a> e igualitária.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A expansão GenAI e a oportunidade para o e-mail marketing</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/a-expansao-genai-e-a-oportunidade-para-o-e-mail-marketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 20:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o estudo &#8220;The Future of Marketing: 5 Trends and Predictions for 2024 and Beyond&#8221; da Gartner, a ascensão das pesquisas baseadas em Generative Artificial Intelligence (GenAI) apresenta uma oportunidade que pode revitalizar a utilização do e-mail marketing pelas empresas. O principal motivo para essa constatação é o fato de que o conteúdo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o estudo &#8220;<a href="https://emt.gartnerweb.com/ngw/globalassets/en/marketing/documents/marketing-predictions-for-2024.pdf?_gl=1*ox0f3w*_ga*MTg2MTg3OTkzNS4xNzA4NjE3NjAx*_ga_R1W5CE5FEV*MTcwODYxNzYwMS4xLjEuMTcwODYxNzg5Ny4yNS4wLjA.">The Future of Marketing: 5 Trends and Predictions for 2024 and Beyond</a>&#8221; da Gartner, a ascensão das pesquisas baseadas em Generative Artificial Intelligence (GenAI) apresenta uma oportunidade que pode revitalizar a utilização do e-mail marketing pelas empresas.</p>
<p>O principal motivo para essa constatação é o fato de que o conteúdo compartilhado por e-mail permanece exclusivo a ele mesmo, já que as ferramentas de GenAI não podem acessar essa plataforma como fazem com os sites e páginas da internet.</p>
<p>Além disso, ao contrário das redes sociais, os e-mails não sofrem influência de <a href="https://agenciajavali.com.br/instagram-recua-em-mudancas-apos-reclamacoes-de-criadores-de-conteudo/">algoritmos arbitrários</a> ou flutuações sazonais. Portanto, a performance do e-mail marketing e das newsletters são influenciadas principalmente pela qualidade do conteúdo produzido e pelo interesse do destinatário em acessá-lo.</p>
<p>Diante disso, a Gartner enfatiza a necessidade de as empresas se prepararem para adaptar suas estratégias de marketing e comunicação, recolocando o e-mail no centro do seu planejamento. Vale ressaltar que o próprio recurso está evoluindo, com a possibilidade de personalizar o assunto ou conteúdo do e-mail para cada usuário utilizando tecnologias de Inteligência Artificial (IA), por exemplo.</p>
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		<item>
		<title>Google desativará o uso dos cookies de terceiros a partir de janeiro</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/google-desativara-o-uso-dos-cookies-de-terceiro-a-partir-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 13:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida popularmente como &#8220;cookies de terceiros&#8221;, a coleta e o rastreamento de dados dos usuários em páginas de outros proprietários serão encerrados para 1% da base de usuários do Chrome em 4 de janeiro de 2024. Esse tema começou a ser debatido a partir do surgimento de legislações sobre privacidade na internet, como a Lei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida popularmente como &#8220;cookies de terceiros&#8221;, a coleta e o rastreamento de dados dos usuários em páginas de outros proprietários serão encerrados para 1% da base de usuários do Chrome em 4 de janeiro de 2024.</p>
<p>Esse tema começou a ser debatido a partir do surgimento de legislações sobre privacidade na internet, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que versam sobre a necessidade de obter uma autorização expressa do usuário para a coleta de qualquer dado pessoal.</p>
<p>Com isso, o Google passou a ter um grande contratempo para resolver, visto que boa parte do seu negócio de marketing e anúncios digitais é sustentado por essa tecnologia, motivo pelo qual o encerramento total da sua utilização pelo Chrome foi adiado diversas vezes.</p>
<p>Agora, depois de desenvolver e testar um conjunto de soluções que dará continuidade à coleta de dados necessários ao funcionamento do Google Ads, sem a utilização de cookies, o Google está pronto para começar a se desfazer do recurso.</p>
<p>Entretanto, a big tech já comunicou que o processo será gradual durante todo o ano de 2024, e que a “iniciativa está sujeita a quaisquer alterações remanescentes relativas à concorrência, apresentadas pela Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa aponta que cargos C-level estão perdendo a atratividade</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/pesquisa-aponta-que-cargos-c-level-estao-perdendo-a-atratividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 19:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Visier, plataforma de people analytics, realizada com mil profissionais de diferentes idades dos Estados Unidos, descobriu que apenas 4% dos entrevistados consideram a promoção ao C-level como um objetivo importante de carreira. Mais do que isso, segundo o levantamento, 62% dos respondentes preferem permanecer sem nenhum liderado sob a sua supervisão. Os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Visier, plataforma de people analytics, realizada com mil profissionais de diferentes idades dos Estados Unidos, descobriu que apenas 4% dos entrevistados consideram a promoção ao C-level como um objetivo importante de carreira. Mais do que isso, segundo o levantamento, 62% dos respondentes preferem permanecer sem nenhum liderado sob a sua supervisão.</p>
<p>Os motivos para o desinteresse, de acordo com 91% dos respondentes, são as responsabilidades associadas à liderança, o aumento do estresse e pressão (40%) e a perspectiva de trabalhar por mais horas (39%). Por outro lado, 28% também apontam que os objetivos pessoais – como passar mais tempo com a família e amigos, prezar pela boa saúde física e mental e viajar – são a sua prioridade.</p>
<p>Ainda, contrariando a crença popular, o relatório da Visier observou que mais da metade (55%) dos respondentes pertencentes à Geração Z tem interesse em assumir cargos de gerência no futuro. O problema, para essa parcela da população, está na falta de confiança em suas habilidades de liderança quando comparadas a de outras gerações.</p>
<p>Os dados da pesquisa reforçam o conceito de Quiet Ambition (Ambição Silenciosa, em tradução livre), no qual os colaboradores buscam, cada vez mais, estabelecer limites e divisões entre a vida profissional e pessoal. Essa <a href="https://agenciajavali.com.br/os-novos-modelos-de-trabalho-para-2023/">nova Era das relações de trabalho</a> pode revelar um problema de sucessão para as organizações e indicar grandes desafios às lideranças atuais. Por essa razão, segundo a Visier, é essencial que “os líderes de RH e de negócios estejam dispostos a se adaptar e conhecer seus funcionários onde quer que estejam, seja em funções gerenciais tradicionais ou na reorganização de suas carreiras para o crescimento individual.”</p>
<p><a href="https://www.visier.com/blog/new-research-individual-contributors-shun-management/">Confira a pesquisa completa aqui.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Primeira lei escrita pelo ChatGPT é sancionada</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/primeira-lei-escrita-pelo-chatgpt-e-sancionada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 17:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciajavali.com.br/?p=8631</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 23 de novembro de 2023, Porto Alegre publicou a Lei Complementar nº 993/2023, que trata da isenção de cobrança do consumo de água aos munícipes, quando o medidor for substituído em razão de furto. O curioso é que, depois de ser aprovada por unanimidade na Câmara dos Vereadores e sancionada pelo prefeito, o &#8220;autor&#8221; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 23 de novembro de 2023, Porto Alegre publicou a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2023/11/17A7337DC805EF_4979_ce_454222_1.pdf">Lei Complementar nº 993/2023</a>, que trata da isenção de cobrança do consumo de água aos munícipes, quando o medidor for substituído em razão de furto.</p>
<p>O curioso é que, depois de ser aprovada por unanimidade na Câmara dos Vereadores e sancionada pelo prefeito, o &#8220;autor&#8221; do Projeto de Lei (PL), vereador Ramiro Rosário, revelou que o texto foi produzido integralmente pelo ChatGPT.</p>
<p>Segundo Rosário, foi solicitado à ferramenta que criasse uma &#8220;lei municipal para a cidade de Porto Alegre, com origem legislativa e não do Executivo, que verse sobre a proibição de cobrança do proprietário do imóvel o pagamento de novo relógio de medição de água pelo Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) quando este for furtado&#8221;.</p>
<p>A resposta do ChatGPT – que continha oito artigos e uma justificativa – foi enviada sem nenhuma alteração ao sistema interno da Câmara, sofrendo revisão e edição apenas pela Seção de Redação Legislativa, quando o texto foi reduzido para dois artigos. Essa foi a versão aprovada e sancionada.</p>
<p>Defendendo o seu experimento, Rosário afirmou que &#8220;<a href="https://agenciajavali.com.br/como-a-ia-pode-ser-aplicada-de-forma-pratica-no-direito/">a tecnologia serve para reduzir custos e otimizar o nosso trabalho</a>&#8221; e ressaltou que foi o próprio ChatGPT que sugeriu a hipótese de isenção de pagamento da conta de água enquanto o relógio não fosse substituído.</p>
<p>Apesar de não terem sido identificados nenhum impeditivo no PL, o presidente da Câmara, Hamilton Sossmeier, afirmou que a <a href="https://agenciajavali.com.br/advogado-se-retrata-apos-usar-dados-inventados-pelo-chatgpt-na-construcao-de-caso/">prática foi perigosa</a>, já que não há uma discussão a respeito das barreiras jurídicas de leis escritas por inteligência artificial.</p>
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		<title>LinkedIn divulga as profissões mais impactadas pela IA</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/linkedin-divulga-as-profissoes-mais-impactadas-pela-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 15:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro deste ano, o LinkedIn realizou o estudo LinkedIn Economic Graph Research, no qual identificou que mais da metade (53%) dos empregos que existem atualmente serão completamente ou parcialmente alterados pela inteligência artificial (IA). Segundo a maior rede social profissional do mundo, entre dezembro de 2022 e setembro de 2023, as conversas sobre o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro deste ano, o LinkedIn realizou o estudo <a href="https://economicgraph.linkedin.com/research/future-of-work-report-ai">LinkedIn Economic Graph Research</a>, no qual identificou que mais da metade (53%) dos empregos que existem atualmente serão completamente ou parcialmente alterados pela inteligência artificial (IA).</p>
<p>Segundo a maior rede social profissional do mundo, entre dezembro de 2022 e setembro de 2023, as conversas sobre o assunto aumentaram 70% na plataforma, com as pessoas que trabalham no setor de Serviços Profissionais – incluindo a área jurídica –, liderando a discussão (29%).</p>
<p>Já durante 2023, segundo o LinkedIn, a média de procura por empregos relacionados a IA aumentou 12% no Brasil, bem como na Austrália, França, Alemanha, Índia, Reino Unido e Estados Unidos. Nos últimos dois anos, em escala global, os empregos que mencionam IA receberam <a href="https://agenciajavali.com.br/como-a-ia-esta-impactando-o-mercado-de-trabalho/">17% mais candidaturas</a> do que os que não mencionam.</p>
<p>Esses fatores levaram o LinkedIn a concluir que as competências essenciais para novos empregos sofrerão uma alteração de pelo menos 65% até 2030. Isso se deve tanto à demanda por habilidades em inteligência artificial quanto à expectativa de uma alta produtividade associada ao uso dessas tecnologias.</p>
<p>Por fim, embora seja provável que todos os empregos sejam afetados de alguma forma pela IA, o LinkedIn acredita que os profissionais dos setores de Tecnologia, Informação e Mídia (71%), Varejo (71%), Comércio Atacadista (68%), Serviços Financeiros (66%) e Serviços Profissionais (66%) devem esperar por uma mudança mais imediata.</p>
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		<title>OAB e FGV divulgam dados parciais sobre o perfil da advocacia brasileira</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/oab-e-fgv-divulgam-dados-parciais-sobre-o-perfil-da-advocacia-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 15:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), com o apoio do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão, encomendou à Fundação Getulio Vargas (FGV) um estudo inédito sobre o perfil da advocacia brasileira, composta por mais de 1,3 milhão de profissionais inscritos na OAB. Iniciada em agosto, a pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), com o apoio do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão, encomendou à Fundação Getulio Vargas (FGV) um estudo inédito sobre o perfil da advocacia brasileira, composta por <a href="https://agenciajavali.com.br/o-perfil-da-advocacia-do-brasil-em-2021/">mais de 1,3 milhão de profissionais inscritos na OAB</a>.</p>
<p>Iniciada em agosto, a pesquisa já recebeu mais de 45 mil respostas às suas 42 perguntas, que tratam de questões sobre atuação profissional, perfil demográfico, situações de saúde, uso da tecnologia, prerrogativas e honorários, entre outras.</p>
<p>Assim, apesar do estudo continuar recebendo respostas até o fim de 2023, a OAB divulgou alguns resultados parciais. Confira:</p>
<ul>
<li>52% dos advogados têm menos de 10 anos de carreira;</li>
<li>42,7% trabalham de casa;</li>
<li>51,4% são mulheres;</li>
<li>64,5% se autodeclaram brancos;</li>
<li>30% já tiveram prerrogativas ou honorários desrespeitados; e</li>
<li>62% dos advogados classificaram a estrutura do Judiciário com notas de zero a cinco, numa escala que vai até dez.</li>
</ul>
<p>Os resultados parciais também revelam que o Direito Civil é o que mais atrai profissionais (25,9%), seguido pelo de Família e Sucessão (11,7%), Trabalhista (11,51%) e Previdenciário (10,96%).</p>
<p>Conforme explica o ministro Salomão, &#8220;as informações do estudo oferecem contribuições valiosas para o aperfeiçoamento e o fortalecimento da advocacia brasileira&#8221;.</p>
<p><a href="https://perfiladv.oab.org.br/">Acesse aqui</a> para responder a pesquisa “PerfilADV &#8211; 1º Estudo Demográfico da Advocacia Brasileira”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia da Reputação e o caso da OpenAI</title>
		<link>https://agenciajavali.com.br/economia-da-reputacao-e-o-caso-da-openai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Vitoriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 13:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o mês de novembro, a OpenAI, empresa criadora do ChatGPT, viveu uma crise que chegou a derrubar as ações da Microsoft e iniciou um debate sobre a ‘Economia da Reputação’. Tudo começou quando o conselho da OpenAI, formado por quatro pessoas, decidiu demitir o CEO da empresa, Sam Altman, sob a alegação de que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de novembro, a OpenAI, empresa criadora do ChatGPT, viveu uma crise que chegou a derrubar as ações da Microsoft e iniciou um debate sobre a ‘Economia da Reputação’.</p>
<p>Tudo começou quando o conselho da OpenAI, formado por quatro pessoas, decidiu demitir o CEO da empresa, Sam Altman, sob a alegação de que ele não teria sido &#8220;franco em suas comunicações&#8221;. A decisão do board, contudo, foi altamente rejeitada pelo mercado e desencadeou uma série de situações, das quais as mais importantes foram:</p>
<ul>
<li>A Microsoft, principal investidora da OpenAI, alegou que não foi avisada da demissão. Como protesto, contratou Sam Altman e o ofereceu um papel de liderança sobre seu ex-empregador;</li>
<li>O presidente, Greg Brockman, optou por deixar imediatamente o seu cargo na OpenAI e também migrou para a Microsoft;</li>
<li>743 colaboradores, representando 96% da força de trabalho total da OpenAI, divulgaram uma carta ameaçando seguir os seus dirigentes a menos que o conselho reintegrasse Altman e renunciasse;</li>
<li>A OpenAI perdeu dois fundos de investimentos que somariam um valuation de US$ 86 bilhões.</li>
</ul>
<p>Depois de todas essas reações, após apenas cinco dias, Sam Altman foi readmitido como CEO da OpenAI e três dos quatro conselheiros responsáveis pela demissão foram dispensados.</p>
<h2><strong>A Economia da Reputação e o gerenciamento de crise</strong></h2>
<p>Embora a decisão de Altman tenha sido o ponto inicial de todo o problema, ela está longe de ser o único erro que o conselho da empresa cometeu em toda essa situação.</p>
<p>A Economia da Reputação é um termo que descreve <a href="https://www.aberje.com.br/artigo/reputacao-a-nova-moeda">como a opinião do público tem o poder de influenciar o valor de uma empresa</a>. Neste cenário, tanto a empresa quanto os indivíduos que a representam precisam zelar pela imagem que transmitem para o público para que suas ações não afetem o sucesso e a sustentabilidade do negócio.</p>
<p>No contexto de alguns negócios mais sensíveis, como o mercado jurídico, a reputação é uma moeda ainda mais valiosa, pois o cliente está confiando naquele profissional para resolver uma situação que, frequentemente, é desafiadora.</p>
<p>Ao observar alguns dos erros da OpenAI é possível fazer uma correlação com o mercado jurídico e atentar às questões que têm grande impacto na gestão de crises. Nesse sentido, algumas boas práticas são:</p>
<ol>
<li>Zele pela credibilidade das pessoas que representam a sua marca</li>
<li>Alinhe a sua mensagem com todos os stakeholders</li>
<li>Lembre-se que os funcionários são sempre os principais promotores e detratores da marca</li>
<li>Em momento de crise, reaja rapidamente</li>
<li>Sempre considere a imagem da organização antes de qualquer decisão</li>
</ol>
<p>O episódio envolvendo a OpenAI e a subsequente crise que se desencadeou oferece ensinamentos valiosas sobre a Economia da Reputação, destacando a importância de preservar a confiança do público externo e interno para o crescimento e a manutenção do negócio.</p>
<p>No mercado jurídico, no qual <a href="https://agenciajavali.com.br/na-midia-o-papel-da-confianca-na-venda-de-servicos-juridicos/">a reputação é peça chave do serviço oferecido</a>, a lição que pode ser aprendida é que, na Economia da Reputação, a credibilidade de figuras-chave, como CEOs e sócios, é inextricavelmente ligada à reputação da organização. Por isso, é imperativo que a reputação dos profissionais seja cuidada e protegida para que o prestígio se reflita na imagem do escritório.</p>
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